quarta-feira, agosto 25, 2010

"Metamorfose..."


"Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses."

Rubem Alves


Beber água antes de refeição pode ajudar a perder peso, diz estudo

Uma pesquisa feita por cientistas dos Estados Unidos afirma que beber água antes das refeições ajuda as pessoas a perderem peso.

Cientistas do Estado americano da Virgínia afirmam que pessoas que estão em dieta podem perder cerca de 2kg a mais se elas beberem pelo menos dois ou três copos por dia antes das refeições.

A pesquisa foi apresentada em um congresso nacional da Sociedade Americana de Química, em Boston.

Todos os adultos que participaram da pesquisa tinham entre 55 e 75 anos de idade. A teoria dos cientistas foi testada em 48 adultos, divididos em dois grupos, ao longo de 12 semanas.

Ambos os grupos seguiram dietas de baixa caloria, mas um deles bebeu água antes das refeições.

Ao longo de 12 semanas, as pessoas que beberam água perderam cerca de 7kg, enquanto os demais perderam em média 5kg.

Um estudo anterior já havia mostrado que pessoas que bebem até dois copos de água antes de cada refeição ingerem de 75 a 90 calorias a menos.

Vitamina D pode proteger contra câncer, diabetes e artrite, indica pesquisa

A vitamina D pode proteger o corpo humano contra uma série de doenças ligadas a condições genéticas, incluindo câncer, diabetes, artrite e esclerose múltipla, segundo uma pesquisa britânica recém-publicada.

Os cientistas mapearam os pontos de interação entre a vitamina D e o DNA e identificaram mais de 200 genes influenciados pela substância.

A vitamina D é produzida naturalmente pelo corpo pela exposição ao sol, mas a substância está presente também em peixes e crustáceos e, em menor quantidade, em ovos e leite.

Mas acredita-se que até um bilhão de pessoas em todo o mundo sofram de deficiência de vitamina D pela pouca exposição ao sol.

Já se sabia que a falta de vitamina D podia levar ao raquitismo e havia várias sugestões de ligações com doenças, mas a nova pesquisa, publicada pela revista especializada Genome Research, é a primeira que traz evidências diretas de que a substância controla uma rede de genes ligados com doenças.

BBC




Có... có... ri... có...


Barrinhas...


Gráfico



Ponto de Cruz...



MEU ARQUIVO...



Utensílios floridos

Ao invés de vasos foram usados utensílios de cozinha, banheiro e mesa. Um ralador, um porta escova de dente e um porta queijo ralado. Acho que no arranjo do ralador, o mais inusitado, as flores devem estar na água com aqueles tubinhos plásticos que vem em orquídeas vendidas em galho. Já imagino uma mesa de almoço num gramado com uma toalha branca e um monte desses raladores enfileirados com gérberas coloridas, ia ficar lindo e bem diferente!


Pode ventar

Não tem coisa mais chata do que fazer um almoço, jantar ou aperitivo ao ar livre, e o vento acabar atrapalhando. Na minha casa venta muito, nem aqueles pesinhos para prender nas pontas da toalha adiantam

PÃO DE LÓ



Material escolar terá selo do Inmetro para garantir segurança e qualidade

Quem nunca teve vontade de morder um pedaço de borracha com cheiro de morango? Ou de tão nervoso na hora da prova, roeu a ponta do lápis? Para garantir a segurança nessas e outras situações, o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) vai exigir a certificação compulsória de todo o material escolar destinado a crianças de até 12 anos. A previsão é tornar o selo obrigatório no segundo semestre de 2011. Até lá, os fabricantes terão um ano para se adaptar e, os revendedores, mais seis meses para zerar o estoque. Os requisitos que vão ser avaliados têm como objetivo minimizar as ocorrências de acidentes que podem colocar em risco a saúde e a segurança de crianças que utilizam os produtos.

Para obter o selo, os artigos serão submetidos a testes químicos (em produtos que entram em contato com alimento, como lancheiras, ou quanto à tinta da caneta), mecânicos e físicos (se soltam tinta e mancham, se possuem arestas cortantes), elétricos (artigos escolares que possuam aparatos elétricos tais como pisca-pisca, som, etc), ftalatos (toxicidade e maleabilidade do plástico) e biológicos (para produtos que a criança pode colocar na boca ou interagir com alimentos).

“Os ensaios vão ser divididos por grupos. A faixa etária até 3 anos é a mais crítica, por ser considerada a idade oral, período em que a criança leva tudo à boca", afirma Alfredo Lobo, diretor de Qualidade do Inmetro. De 3 a 6 anos, ele explica que a criança passa a ter mais interação com os produtos, o que significa que muda o tipo de acidente. Por outro lado, a frequência pode até aumentar. Já de 6 a 8 anos, é preciso analisar os usos improváveis do produto. E de 8 a 14, a criança já possui melho

CRESCER

maria tereza cichelli
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