domingo, agosto 08, 2010

"Dia do Pai"


“Ter um Pai! É ter na vida
Uma luz por entre escolhos;
É ter dois olhos no mundo
Que vêem pelos nossos olhos!

Ter um Pai! Um coração
Que apenas amor encerra,
É ver Deus, no mundo vil,
É ter os céus cá na terra!

Ter um Pai! Nunca se perde
Aquela santa afeição,
Sempre a mesma, quer o filho
Seja um santo ou um ladrão;

Talvez maior, sendo infame
O filho que é desprezado
Pelo mundo; pois um Pai
Perdoa ao mais desgraçado!

Ter um Pai! Um santo orgulho
Pró coração que lhe quer
Um orgulho que não cabe
Num coração de mulher!

Embora ele seja imenso
Vogando pelo ideal,
O coração que me deste
Ó Pai bondoso é leal!

Ter um Pai! Doce poema
Dum sonho bendito e santo
Nestas letras pequeninas,
Astros dum céu todo encanto!

Ter um Pai! Os órfãozinhos
Não conhecem este amor!
Por me fazer conhecer,
Bendito seja o Senhor!”

Florbela Espanca



As xícaras para tomar aquele chazinho no final da tarde também servem para decorar. Primeiro, pela mistura de cores. Depois, pela disposição diferente: em um andar coloque um vidro para dar apoio; no outro andar, algumas peças empilhadas. Fica um charme!


As xícaras para tomar aquele chazinho no final da tarde também servem para decorar. Primeiro, pela mistura de cores. Depois, pela disposição diferente: em um andar coloque um vidro para dar apoio; no outro andar, algumas peças empilhadas. Fica um charme!


Aqui, dá para duas pessoas trabalharem tranquilamente e ainda receberem clientes, já que há duas cadeiras extras. A estante de trabalho é de MDF e revestida de laminado branco. Mesa central do mesmo material, com sobreposição de vidro e pés metálicos


Marido e mulher dividem o escritório de 15m² neste apê. A estante tipo colmeia, feita de MDF, organiza as revistas dela. Sob o tampo de vidro da mesa, ele se diverte com um quebra-cabeças de 3 mil peças, que também ajuda a decorar o ambiente

CASA E JARDIM



Pai: basta um incentivo

Pedir ajuda e elogiar as atitudes dele faz toda a diferença

Se o pai do seu filho não ajuda você a cuidar do bebê, saiba que a culpa pode ser sua. Pelo menos é o que diz uma pesquisa da Universidade do Estado de Ohio (EUA) com 97 casais. Ela revelou que, se o assunto é o cuidado com as crianças, os homens mais ativos são aqueles que recebem incentivo das esposas. O estudo foi feito em duas etapas. Na primeira, os pesquisadores visitaram os casais grávidos e perguntaram qual era o papel do pai nos cuidados com o bebê. Três meses e meio após o nascimento, indagavam como a mãe respondia ao comportamento do parceiro e pediam para trocarem a roupa do bebê juntos. Nas famílias em que as mulheres elogiavam os maridos, eles participavam ativamente. Nas outras, se esquivavam e observavam a esposa. Para Ana Maria Massa, psicóloga,a pesquisa é simplista. "Há outros fatores que determinam a participação paterna, como a cultura e a relação do casal." Para ela, o incentivo ou a crítica pode até influenciar, mas não é determinante para o comportamento masculino.


Como o pai pode ficar mais próximo do filho na escola?

Estudo mostra que interagir desde cedo com os filhos, como uma simples troca de fralda, deixa os pais mais próximos com questões escolares da criança no futuro

Quando um filho chega na vida do casal, geralmente as mães querem dominar todos os cuidados que cercam o bebê. Se você ainda faz parte desse grupo, há mais um bom motivo para já começar a dividir as tarefas com ele.

Um estudo realizado pela Universidade de Illinois sugere que pequenas interações do pai com a criança, como a hora de trocar a fralda, além de estabelecer um vínculo pai-filho mais forte, aumentam a chance de ele se interessar e se envolver com o desenvolvimento da criança na escola mais tarde.

Isso porque, segundo a pesquisa, a figura paterna está sempre vinculada com aqueles momentos em que a criança está com algum problema no ambiente escolar, diferente do que acontece com as mães, que acompanham o dia a dia de uma forma geral.

Segundo um dos pesquisadores, Brent McBride, professor de desenvolvimento humano na Universidade, se o pai desenvolver uma interação afetuosa com o filho desde cedo, mais tarde, quando a criança chegar da escola, vai se sentir à vontade para contar como foi seu dia. E essa relação mais próxima permitirá que a criança se aproxime do pai com mais confiança e ele responda ao entusiasmo ou à frustação do filho de maneira positiva.

O estudo ressalta, também, que o incentivo para incluir os pais nas tarefas com os filhos não precisa vir só das mães. É fundamental uma mudança de postura da escola, que deve trazer mais a figura paterna para dentro do ambiente escolar.

CRESCER

maria tereza cichelli
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