quinta-feira, julho 08, 2010

" Egoísmo não é viver como queremos, egoísmo é querer que os outros vivam como queremos que eles vivam. "
Oscar Wilde


“O sapato que serve a um aperta o outro; não há uma receita de vida que se preste a todos os casos.”

(Carl Jung)



Os panôs de seda e algodão trazidos do Egito pela proprietária deste apartamento foram transformados em cortina e deram à sala uma atmosfera étnica


No dormitório infantil, a cortina de sarja segue o tema de floresta da decoração. O desenho da árvore é formado por duas peças que correm em um varão de madeira, presas por argolas


A cortina de voile branco foi a solução decorativa para este armário aberto. A peça corre num trilho embutido atrás da sanca de gesso

CORTINAS



Senado aprova projeto de lei que pune a alienação parental

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, nesta quarta (7 de julho), um projeto de lei do deputado Régis de Oliveira (PSC-SP) em que a pessoa que colocar o filho contra o pai ou a mãe depois de um divórcio poderá sofrer penas como advertência, multa, acompanhamento psicológico, determinação da guarda compartilhada ou até suspensão da autoridade parental. E a medida não vale só para pais ou mães, mas também para avós ou outros responsáveis pela criança ou adolescente.

De acordo com o texto do projeto, ao existir indício da prática de alienação parental um juiz deverá determinar uma perícia psicológica de todos os envolvidos, verificação de histórico do relacionamento do casal e da separação, cronologia de incidentes e um exame da maneira com que a criança se manifesta sobre a situação. Essa perícia deverá ser feita por um profissional, que terá um prazo de 90 dias para apresentar um laudo.

A prática pode ser tão comum que, no ano passado, o diretor Alan Minas lançou um documentário sobre o assunto, A Morte Inventada. O vídeo traz depoimentos de pais, advogados, desembargadores, psicólogos e filhos para falar sobre o tema. O objetivo de Alan é chamar atenção para o problema – ele mesmo, um pai que passou por isso com a filha. “É preciso falar sobre esse assunto por que muitos pais desistem no meio do caminho, devido às dificuldades”, diz.

Guarda compartilhada também ajuda

Se aprovada, a lei que pune a alienação parental vai facilitar, e muito, a vida de pais e mães que lutam na justiça para ver os filhos. Mas, enquanto o projeto não recebe a sanção do presidente, a guarda compartilhada – que foi aprovada como lei em 2008 – pode ser uma saída. “Esses pais querem apenas exercer a paternidade da melhor forma possível, e não conseguem, em total prejuízo das crianças. O que a lei determina é que sempre se promova o bem estar do filho”, afirma a advogada Sylvia Maria Mendonça do Amaral.

CRESCER



Obrigada amigos que vem de tão longe...

maria tereza cichelli
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