quinta-feira, maio 20, 2010


Gordura: fácil de armazenar e difícil de queimar

Em virtude de tantos comentários sobre o texto Qual o melhor treino para queimar gordura?, resolvi dar uma visão mais ampla sobre o assunto.

Processo de armazenamento de gordura (engorda) – Na época em que o homem das cavernas não sabia quando teria alimento disponível, um mecanismo de sobrevivência era a capacidade de armazenar gordura. Quando havia comida em abundância, o homem primitivo comia o máximo que podia e engordava. Em períodos de escassez, sua energia provinha da reserva de gordura armazenada.

Infelizmente, este mecanismo de sobrevivência permanece até hoje em nosso DNA Além disso, a nossa alimentação sofreu grandes mudanças. Passamos a ingerir alimentos muito mais densos, em termos de calorias. Enquanto o homem primitivo comia frutos, raízes e carne sem qualquer condimento ou preparo, hoje ingerimos frituras, doces e alimentos bastante calóricos, apesar de mais saborosos.

A queima de gordura - Justamente por se tratar de uma reserva energética, a sua estrutura molecular apresenta um alto rendimento de calorias, ou seja, a queima da gordura libera bastante energia. É como se fosse um combustível que faz seu carro rodar muito mais quilômetros por litro: cerca de 3,5 vezes mais que os carboidratos, outra fonte de energia que temos. Então, armazenar energia se tornou o grande obstáculo para emagrecer.

Um terceiro e fundamental conceito é o nível de atividade física que vem diminuindo cada vez mais, em função das facilidades tecnológicas. Nos primórdios dos tempos, éramos obrigados a percorrer enormes distâncias a pé, a caçar, saltar, etc. A nossa realidade vem mudando, pois não aprendemos a fazer o bom uso da tecnologia, nos acomodamos, e nos entregamos ao conforto proporcionado pelos automóveis, controle remoto, elevadores, etc.

VEJA



Conheça as campeãs entre as lembrancinhas de casamento


A noiva estava linda, a comida era ótima e a música, animadíssima. Mas a festa de casamento se aproxima do fim e chega o momento de entregar as lembrancinhas para os convidados. Segundo a cerimonialista Rosa Niskier, o campeão na preferência dos casais ainda é o par de Havaianas personalizadas. “Algumas pessoas levam para casa, mas a maioria tira o sapato e usa os chinelos no salão mesmo”, conta ela. “Já fiz algumas festas em que foi dado um par de pantufas brancas, mas as Havaianas continuam na lista das mais pedidas”, acrescenta ela.

As sapatilhas, que fazem sucesso nas festas fora do Brasil e são encontradas até em máquinas automáticas nas portas de alguns clubs da Inglaterra, ainda não conquistaram o coração das noivas brasileiras. “Elas são muito práticas e ficam enroladas em uma embalagem fácil de carregar, mas o custo ainda é bem alto”, explica Rosa.

Os bem-casados e as balas de amêndoas são tradicionais, mas não costumam contar como lembrancinhas do grande dia. “Eles são símbolos de boa sorte, não uma recordação da festa. Quase todos os casamentos têm pelo menos um deles, mas a maioria das noivas escolhe servir os dois”, afirma Rosa. “Entre os brindes diferentes que já oferecemos, estão garrafas de água mineral com o rótulo personalizado, bolachas de chope, chaveiros, CD com músicas escolhidas pelos noivos e fotos dos convidados que podem ser retiradas na saída”, diz ela.

De acordo com a cerimonialista, o que já saiu de moda é distribuir no casamento brindes de pista de dança, como boás, colares que acendem e chapéus. “De acordo com o gosto dos noivos, o que ainda fazemos é entregar lembrancinhas temáticas, como abadás e máscaras do carnaval de Veneza, ou organizar um momento infantil”, complementa Rosa.

GNT

maria tereza cichelli
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